NorprintO ano de 2019 foi, segundo as palavras da própria administração, “um dos melhores anos de sempre na história da Norprint”. A empresa de Santo Tirso havia realizado um investimento de aumento de capacidade produtiva, adquirindo uma máquina de impressão folha a folha de oito cores, em linhas de capa mole, para colar e brochar livros com estações de intercalação de cadernos e cola à base de poliuretano. Apostou ainda na reorganização produtiva, na melhoria da eficiência energética, e fez a aquisição de equipamentos de controlo. No ano passado colheu os frutos desse aumento exponencial da capacidade de trabalho, quer para o mercado interno quer para o mercado externo, destacando-se pela qualidade, cumprimento de prazos e postura de abertura aos clientes e ao mercado, no geral.

Com sede em Santo Tirso, a Norprint realiza impressão offset litográfica de livros, catálogos, brochuras, desdobráveis, folhetos, mailings, cartazes, revistas, mas sobretudo livros. Com uma equipa de 70 colaboradores a trabalhar em três turnos e uma área aproximada de 7000 metros quadrados, a história da empresa remonta a 1992, altura em que Lopes de Castro e outros sócios decidiram abrir a empresa. Lopes de Castro tinha sido diretor-geral da divisão gráfica da Asa e, no conjunto, os três traziam um capital acumulado de experiência e de muitos anos a fazer livros. Pouco tempo depois, a Norprint candidata-se a um programa financeiro de apoio, integrado no sistema de incentivos ao desenvolvimento do Vale do Ave. O projeto foi aprovado, mas acabou por ser arquivado por falta de fundos. Apesar disso, o projeto manteve-se e, sem nenhum tipo de apoio, a Norprint instalando-se na zona industrial Alto da Cruz em Santo Tirso, sendo a primeira gráfica a entrar no bastião onde o têxtil e o calçado reinavam. Ao longo dos anos fez vários investimentos, em linhas de capa dura, rotativas e pré-impressão e fez da formação e da qualidade os seus estandartes.

A Norprint tornou-se então na “Casa do Livro”, assumindo sempre um compromisso com a sustentabilidade da atividade produtiva, “para que as gerações vindouras possam ter orgulho no seu contributo para a preservação do meio ambiente. As boas práticas ambientais e envolvimento com a comunidade em que estamos inseridos são essenciais nesse propósito”, referem.

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